A Ginástica Artística terá três provas nas Olimpíadas de Atenas. Além de uma competição individual por aparelhos, existe a disputa por equipes e outra individual geral (todos os aparelhos). Ao todo são entregues 42 medalhas para a Ginástica e seis para o trampolim, que estreou nas Olimpíadas de Sydney, em 2000.

A gaúcha Daiane dos Santos é uma das maiores esperanças de medalha para o Brasil. Atualmente ela é a Campeã do Mundo nos exercícios de solo. O Brasil aposta também em talentos como Daniele Hipólito, especializada na trave de equilíbrio e em Camila Comim, nas barras paralelas assimétricas.

Para cada aparelho, os atletas são avaliados em relação a movimentos obrigatórios e opcionais. Os homens competem no salto sobre o cavalo, barras paralelas, cavalo com alças, barra fixa, solo e argolas. As mulheres se apresentam no salto sobre o cavalo, trave de equilíbrio, barras paralelas assimétricas e solo.

A Ginástica Artística, também conhecida como Ginástica Olímpica, faz parte dos Jogos desde a edição de Atenas, em 1986. Somente o Trampolim Acrobático entrou da última edição.


Exercício no solo - masculino e feminino


A área de competição é um quadrado com 12 metros de lateral, com uma borda de segurança de um metro.

Barras assimétricas - feminino

Barras paralelas - masculino

Salto sobre o cavalo - masculino

Na prova masculina, o trampolim fica alinhado com o eixo mais longo do cavalo

Cavalo com alças - masculino

Barra fixa - masculino

Trave de equilíbrio - feminino

Salto sobre o cavalo - feminino

Na prova feminina, o trampolim fica alinhado com o eixo mais curto do cavalo

Argolas - masculino

















PaísOuroPrataBronze