
Saiba as principais notícias do Mercado Hoje 06-03-2026 segundo a equipe de renda variável do Safra Invest: Bolsas em baixa. Commodities em alta. Mercados seguem em cautela com Irã. Payroll e produção industrial Brasil são destaques. Elevamos TOTS (+) para compra. Resultados do 4T25: CPFE (+), GGPS (+), TEND (+), LREN (+), ALPA (+) e ENEV (-). Confira!
Fechamento dia anterior
Ibovespa: 180.463 (-2,64%)
S&P: 6.831 (-0,56%)
Dólar Futuro: R$5,302 (+0,62%)
Análise Técnica
O Ibovespa apresentou queda de 2,64% no último pregão, cotado a 180.463 pontos. O ativo apresenta tendência de alta no médio prazo e neutra no curto. A primeira resistência fica em 192.500 pontos. Do lado da baixa, o primeiro suporte se encontra na região de 180.400. O próximo fica na faixa de 164.400 pontos.
O Dólar Futuro apresentou alta de 0,62% no último pregão, cotado a 5.302,50 pontos. O ativo apresenta tendência de baixa no médio prazo e no curto neutra. Do lado da baixa, o primeiro suporte fica na região de 5.235 pontos. Se perder esse patamar, poderá alcançar o suporte seguinte em 5.160. Já do lado da alta, a primeira resistência do contrato fica na região de 5.350 e a segunda em 5.435.
Exterior
Bolsas europeias e os futuros americanos operam em baixa nesta manhã, refletindo a cautela dos investidores diante da escalada do conflito no Irã. Com o agravamento da crise, o dólar se fortalece e caminha para registrar a maior valorização semanal desde novembro de 2024. O petróleo Brent ultrapassou US$ 87/barril após o tráfego no Estreito de Ormuz praticamente paralisar, sem registros de embarques nas últimas 24 horas e o minério opera em alta. Na agenda do dia, o destaque fica para os dados do mercado de trabalho dos EUA referentes a fevereiro, com expectativa de criação de 55 mil vagas e taxa de desemprego em 4,3%. Também serão divulgadas as vendas no varejo, para as quais o mercado projeta uma queda de 0,3% na comparação mensal.
Doméstico
No mercado interno, o destaque da agenda fica para a produção industrial de janeiro, com expectativa de avanço de 0,7% na comparação mensal e queda de 0,8% na comparação anual. Também serão divulgados dados de produção e vendas de veículos em fevereiro.
Atualizações do Mercado Hoje 06-03-2026
Eneva
A Eneva apresentou resultados abaixo do esperado no 4T25, principalmente por causa do desempenho mais fraco do upstream, do Complexo Parnaíba e das operações de trading de gás no Sergipe Hub. O EBITDA ficou 13% abaixo das estimativas, mesmo excluindo efeitos de marcação a mercado, e o lucro líquido veio bem menor devido aos resultados operacionais mais fracos.
A receita cresceu 24% com maior despacho térmico, integração de novas usinas e mais atividade no trading, mas isso foi ofuscado pelo forte aumento das despesas de exploração e produção e por margens menores no gás. A alavancagem encerrou em 2,6x EBITDA. Apesar do trimestre fraco, o foco agora é o leilão de capacidade (LRCAP) de março, visto como o principal catalisador para a tese mantemos visão neutra por valuation.
CPFL
A CPFL apresentou um trimestre sólido, com EBITDA (ex equivalência) de R$ 3,34 bi, alta de 4% a/a e bem acima das estimativas, impulsionado por R$ 157 mi em ganhos não recorrentes do acordo arbitral entre RGE e AES; mesmo ajustado por itens extraordinários, o EBITDA cresceu 15% a/a graças ao bom controle de custos, compensando a queda de volumes na distribuição. O lucro líquido atingiu R$ 1,50 bi (+2% a/a), também superando projeções devido a menores despesas financeiras e menor alíquota efetiva.
A receita avançou 1% a/a, influenciada por ajustes tarifários, efeitos de CVA e o ganho arbitral, ao passo que os volumes da distribuidora caíram 2,2% a/a e a geração sofreu com 36% de curtailment. Custos controláveis ficaram estáveis, inadimplência permaneceu baixa (0,9%) e a alavancagem subiu levemente para 2,3x EBITDA. A companhia anunciou payout de 78%, com dividend yield de 8%. Apesar do bom desempenho, mantemos visão neutra sobre o papel por questões de valuation.
Embraer
A Índia aprovou a aquisição de 60 aeronaves de transporte militar médio para modernizar sua frota, abrindo uma concorrência que deve incluir o Embraer C 390 Millennium, o Lockheed Martin C 130J e, possivelmente, o Airbus A400M e a russa Ilyushin. O projeto, estimado em cerca de INR 1 trilhão (USD 11 bilhões), seguirá para aprovação formal do Conselho de Aquisições de Defesa e exigirá transferência de tecnologia e produção local, com 12 aeronaves entregues prontas e 48 fabricadas na Índia.
Embraer já se associou à Mahindra, enquanto a Lockheed atua em parceria com a Tata, com vantagem por já ter 13 C 130J operando no país. Apesar disso, fatores como a superioridade operacional do C 390, iniciativas recentes de infraestrutura local da Embraer e o alinhamento diplomático BrasilÍndia no BRICS podem fortalecer a competitividade da empresa no processo.
Oncoclínicas no Mercado Hoje 06-03-2026
A Oncoclínicas anunciou a saída de Dr. Bruno Ferrari do cargo de CEO, que passa a ser ocupado interinamente por Dr. Carlos Gil, enquanto Ferrari permanece como vice-presidente do Conselho; a mudança integra um amplo processo de aprimoramento de governança iniciado após o aumento de capital de 2025, incluindo a renovação do conselho e a chegada de uma nova CFO.
Vemos a transição como um passo esperado, alinhado às demandas de acionistas relevantes, especialmente a Latache, e à necessidade de preservar a continuidade médico operacional durante o período de sucessão. Embora a escolha de um líder interno e com credibilidade clínica seja adequada, reforçamos que as melhorias de governança não resolvem, por si só, os desafios estruturais da companhia, cujo processo de turnaround deve seguir longo e volátil, sustentando nossa visão negativa para o papel. Dr. Gil, oncologista com sólida trajetória no INCA, no SBOC e na própria Oncoclínicas desde 2018, traz experiência robusta que reforça a governança e a estratégia médica da empresa.
Brava Energia
A Brava registrou em fevereiro um avanço de 7% na produção, atingindo 79,5 mil boepd, impulsionada principalmente pela normalização de Parque das Conchas após parada programada (6,8 mil boepd vs. 1,6 mil no mês anterior) e pelos aumentos em Peroá (+10%) e Manati (+46%). Esses ganhos foram parcialmente compensados por quedas na produção no Polo Potiguar, ainda afetado por interrupções temporárias, e em Papa Terra.
Viveo
A Viveo apresentou resultados operacionais melhores, com retomada do crescimento de receita, melhora das margens bruta e EBITDA ajustado acima das estimativas, geração de caixa positiva e leve redução da alavancagem sinais de um processo gradual de recuperação.
No entanto, seguimos vendo dois problemas estruturais: a ação negocia a uma avaliação elevada frente a pares de menor risco, como FLRY3 (que exibe crescimento superior, margens mais estáveis, forte FCF, dividendos e baixa alavancagem), e a empresa mantém uma estrutura de capital pressionada, com 3,97x DL/EBITDA no 4T25, próxima ao covenant de 4,0x a ser testado no 1T26. Mesmo assumindo um EBITDA 10% acima do projetado para 2026, o valuation ainda pareceria caro, sugerindo uma relação risco retorno desfavorável apesar dos avanços recentes.
Petrobras no Mercado Hoje 06-03-2026
A Petrobras reportou no 4T25 um EBITDA recorrente de USD 10,9 bilhões, em linha com nossas projeções, com o desempenho mais fraco de E&P compensado por resultados melhores que o esperado nos segmentos de refino e gás. O EBITDA caiu 9% Tri/Tri devido a preços de Brent mais baixos, parcialmente neutralizados por números mais fortes em refino, transporte, marketing e gás/baixa emissão.
O lucro líquido de USD 2,9 bilhões veio abaixo da nossa estimativa por conta de um impairment de USD 1,6 bilhão, parcialmente compensado por menor despesa de imposto. O FCF atingiu USD 3,6 bilhões, 6% acima do esperado, porém 27% menor Tri/Tri em razão do aumento de 35% no capex, levando a distribuição de USD 1,5 bilhão em dividendos, em linha com as projeções. No geral, os resultados operacionais ficaram amplamente em linha com o previsto, refletindo o impacto esperado dos preços mais baixos do petróleo.
GPS
A GPS apresentou resultados positivos no 4T25, com receita de R$ 4,4 bilhões (+7,8% a/a), em linha com as expectativas, impulsionada por sólido crescimento orgânico de 10% e estabilização de perdas de contratos, compensando o modesto avanço inorgânico de 1% após a aquisição da GRSA.
Mesmo com custos de entrada de novos contratos, as sinergias da GRSA sustentaram a expansão de 30bps na margem EBITDA ajustada, que atingiu 9,8%, levando o EBITDA ajustado a R$ 433 milhões (+11% a/a e acima da projeção do Safra). O lucro líquido somou R$ 265 milhões (+11% a/a), ligeiramente abaixo da estimativa interna, mas acima do consenso.
Tenda
A Tenda apresentou um 4T sólido, superando as estimativas do Safra e do consenso, com receita de R$ 1,18 bi (+39% a/a) e forte desempenho do segmento core, cuja margem bruta ajustada atingiu 37,4%, compensando a margem negativa de -29% da Alea devido a revisões de custos. O lucro líquido somou R$ 116 mi, impulsionado por alavancagem operacional, levando o ROE anualizado a 37,9%. O caixa foi praticamente neutro (R$ 26 mi) e a alavancagem caiu para 22,1% (ex cessão).
Apesar dos resultados fracos de Alea, o desempenho robusto do core, combinado com vendas preliminares de jan-fev indicando alta de 27% a/a, reforça o momento positivo da companhia. Com valuation ainda descontado (5,6x P/E 2026) e resultados core já acima do teto do guidance para 2026 quando anualizados, a visão permanece construtiva sobre TEND3.
Consumo discricionário no Mercado Hoje 06-03-2026
A Lojas Renner apresentou um 4T25 positivo, com vendas em linha com o esperado e rentabilidade acima das estimativas, impulsionada por SSS de +3,3% desempenho acima de C&A e próximo ao de Riachuelo e expansão de 90bps na margem EBITDA graças à recuperação de alavancagem operacional e ajustes no programa de participação nos lucros; o braço financeiro também manteve resultados sólidos, contribuindo para um forte fluxo de caixa operacional de R$ 1,1 bi e posição de caixa líquido de R$ 991 mi.
Já a Alpargatas entregou um trimestre robusto, com receita levemente acima do previsto e expressiva expansão de ~14 p.p. na margem EBITDA após o racional de custos e despesas que se seguiu aos write-offs de 2024; o destaque foi a divisão internacional, com volumes crescendo cerca de 80% e sugerindo um possível ciclo estrutural positivo, reforçado pela migração ao modelo de distribuidores na América do Norte e novas iniciativas na Europa. Embora a eficiência operacional da Alpargatas tenha avançado significativamente, seu valuation de 14,1x P/L 2026 parece menos atraente frente a outras oportunidades, enquanto Renner segue com recuperação consistente e múltiplos mais convidativos.
Totvs
Revisamos nossas premissas e elevamos o preço-alvo de TOTVS para R$ 50 ao fim de 2026 (de R$ 47), revisando também a recomendação para Compra, motivados pela incorporação do novo custo de capital, ajustes macroeconômicos e resultados do 4T25. Após a correção recente das ações, o valuation antes considerado esticado passou a parecer atrativo, com o papel negociando abaixo de suas médias históricas de P/E devido à forte queda de fevereiro.
Acreditamos que o ERP da TOTVS funciona como infraestrutura essencial, com altos custos de troca e menos suscetível à disrupção da IA generativa do que modelos SaaS mais comoditizados. Com crescimento consistente (CAGR de EBITDA de 14% em três anos) e potenciais de valorização adicionais com Linx, vemos a queda recente como um ponto de entrada interessante para um ativo de alta qualidade, justificando a revisão para Compra.
Fleury
A Fleury apresentou um 4T25 forte: embora o EBITDA tenha ficado apenas 2% acima da nossa estimativa, o lucro por ação surpreendeu positivamente 50% acima da projeção e 40% acima do consenso graças a despesas financeiras menores e ao reconhecimento de benefícios fiscais da Lei do Bem.
Operacionalmente, os resultados vieram amplamente em linha com nossas expectativas, com receita impulsionada pelo bom desempenho das marcas, especialmente o B2C (+14% a/a) e a marca Fleury (+9% a/a). A margem bruta sofreu leve pressão de mix, mas a disciplina em SG&A e a alavancagem operacional mantiveram a margem EBITDA estável ano a ano. Mantemos recomendação de Compra, já que Fleury segue sendo um ativo defensivo de alta qualidade.
Dasa
O management da DASA adotou um tom construtivo e alinhado ao processo de turnaround, reforçando os principais pilares da nossa tese: foco na desalavancagem contínua, priorização do negócio de diagnósticos e melhora de margem nos hospitais legados.
Em reunião com o CEO, CFO e a equipe de RI, a companhia destacou avanços operacionais, disciplina no capital de giro e uma trajetória clara para redução de dívida. A conversa confirmou que a execução segue direcionada para eficiência e fortalecimento dos segmentos mais rentáveis. Mantemos, portanto, nossa recomendação de Compra para DASA3 e o preço alvo de R$ 6,00.
Bancos no Mercado Hoje 06-03-2026
O relatório propõe avaliar criação de valor via RoRWA (retorno sobre ativos ponderados pelo risco) em vez de ROE, mitigando distorções causadas por excesso de capital, e amplia a análise para neobancos e players de mercado de capitais. Principais achados: Itaú Unibanco e Nubank lideram em seus segmentos; o Inter melhora, mas seu RoRWA segue cerca de 3x abaixo do Nu (mesma relação frente ao Itaú).
O Banco do Brasil teve forte deterioração de ativos problemáticos até o 2T25, com estabilização desde então; o Bradesco está em recuperação, migrando para receitas menos intensivas em capital; o Santander enfrenta pior momento, com aumento recente de ativos problemáticos; e, no segmento de capitais, a XP avança em receitas mais intensivas em capital, enquanto o BTG Pactual sustenta trajetória sólida de RoRWA apesar do ambiente macro desafiador.
Recursos naturais
As cadeias de aço, minério de ferro e papel & celulose mostraram dinâmicas mistas em fevereiro: as importações de aço laminado avançaram ano a ano, com destaque para o aço plano (+84% a/a e +59% m/m úteis) impulsionado por maiores volumes da China e Coreia do Sul, enquanto o aço longo caiu 20% a/a mas subiu 17% m/m úteis; nas exportações, houve queda de 23% a/a, puxada por planos (-43% a/a), apesar de alta em longos (+86% a/a).
O minério de ferro registrou forte aumento de exportações (+12% a/a e +51% m/m úteis), com países fora da China sendo os principais responsáveis pelo crescimento no mês. Já em papel e celulose, as exportações de celulose subiram 7% a/a, sobretudo pela celulose de fibra curta (+10% a/a), enquanto as importações de papel avançaram 32% a/a, refletindo maior demanda externa pelo produto.
Bens de capital
As reuniões com investidores nos EUA, Canadá e Brasil mostraram foco principalmente em WEG, Embraer e, em menor escala, Mills, com maior entusiasmo internacional pela WEG graças ao superciclo de transformadores nos EUA, que deve manter a demanda acima da oferta e sustentar preços e margens. A visão sobre Embraer segue positiva, ancorada no forte momento de Defesa especialmente o C 390 apesar de nuances adicionais em relação a ciclos anteriores; riscos pontuais como o caso Avelo foram mencionados, enquanto uma possível encomenda da Índia foi vista como um catalisador relevante.
Nos encontros locais, o posicionamento no setor está mais leve, com investidores brasileiros vendo WEG como cara, mas mantendo bom humor com Embraer; Marcopolo perdeu entusiasmo por falta de catalisadores, embora siga defensiva pelo valuation. Randon chamou alguma atenção, mas a fraqueza de curto prazo limita posições. GPS segue bem vista entre investidores do Rio, enquanto Intelbras aparece barata, porém com pouca visibilidade, e o sentimento sobre Iochpe permanece cauteloso.
Alimentos e bebidas
As exportações de proteína registraram volumes fortes em fevereiro com a carne bovina em destaque (+24% a/a graças à demanda de Rússia, México e EUA) , porém os spreads recuaram no mês: bovinos caíram 8% m/m e aves e suínos caíram 2% m/m, refletindo preços de exportação estáveis e custos maiores, especialmente o boi gordo (+10% m/m).
Apesar da queda mensal, os spreads de aves e suínos seguem em níveis historicamente elevados, próximos ao topo do intervalo de cinco anos, o que permanece positivo para MBRF3 e JBS.
Outras informações do Mercado Hoje 06-03-2026
Commodities
Petróleo apresenta alta (US$76,67/b; +0,93%)
Minério de ferro registra alta (US$ 101,70/t; +1,68%)
Agenda do Mercado Hoje 06-03-2026
09:00 Brasil Produção Industrial
10:00 EUA Avanço das Vendas no Varejo
10:30 EUA Payroll
10:30 EUA Taxa de Desemprego
Empresas
Petrobras Empresa superou as expectativas de resultados, com produção robusta e exportações recordes que compensaram a queda dos preços do petróleo. Petrolífera registrou Ebitda ajustado de R$ 59,9 bilhões no quarto trimestre e as exportações saltaram 97% na comparação anual. Petrobras aprovou pagamento de R$ 8,1 bilhões a acionistas
Cosan: Holding pede registro de oferta secundária de ações da Compass
Embraer: Companhia Prevê receita 2026 US$8,2 bi a US$8,5 bi
Brava Energia: Produção média fev. 79.465 boe/d X 74.114 m/m
GPS: Lucro líquido ajustado 4T R$298 mi X R$271 mi a/a
Simpar, Vamos, Movida: Holding e subsidiárias vão aumentar capital com apoio BNDES
Oncoclínicas: Companhia elege Carlos Ferreira como CEO interino
Alpargatas: Companhia registra lucro líquido 4T supera estimativas
Gol: RPK fev. +15,1%
Trisul: Incorporadora registra lucro líquido 4T R$65,3 mi X R$73,3 mi a/a
Eneva: Elétrica registra lucro líquido 4T frustra estimativas
CPFL: Elétrica registra lucro líquido 4T R$1,57 bi X R$1,57 bi a/a
Tenda: Incorporadora registra lucro líquido 4T que frustra estimativas
Renner: Lucro líquido 4T frustra estimativas
Fleury: Lucro líquido 4T supera estimativas
Alupar: Lucro líquido 4T supera estimativas
3Tentos: Ebitda ajustado 4T frustra estimativas
Oi: Empresa é rebaixada para RD pela Fitch
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As informações fornecidas neste conteúdo são exclusivamente para fins informativos e educacionais e não devem ser interpretadas como recomendações de compra ou venda de ações. Recomenda-se que os investidores realizem suas próprias análises ou consultem um profissional qualificado antes de tomar qualquer decisão de investimento.