
Agora quem é MEI tem direito à licença paternidade com a nova legislação sancionada em 2026.
O benefício foi ampliado e passa a incluir microempreendedores individuais, autônomos e outros segurados do INSS.
Além disso, a mudança representa um avanço importante na proteção social dos pais brasileiros.
Além disso, a Lei nº 15.371, de 31 de março de 2026 trouxe alterações relevantes no modelo de concessão.
Antes, apenas trabalhadores com carteira assinada tinham acesso ao afastamento. Agora, o benefício se torna mais inclusivo e abrangente.
Por outro lado, é importante entender que a aplicação não será imediata. Ou seja, haverá um período de transição até que todos os direitos estejam plenamente em vigor.
MEI tem direito à licença paternidade e quem pode receber o benefício
Primeiramente, a nova lei amplia o acesso ao benefício para diferentes categorias. Entre elas, estão:
- Microempreendedores individuais (MEIs)
- Trabalhadores autônomos
- Empregados domésticos
- Segurados especiais do INSS
Além disso, trabalhadores sob o regime CLT continuam com o direito garantido. No entanto, agora há uma mudança importante no modelo de pagamento.
Nesse sentido, surge o chamado salário-paternidade, que será pago pela Previdência Social. Ou seja, o benefício segue o mesmo modelo da licença-maternidade.
Por outro lado, no caso de empregados formais, a empresa continuará pagando o salário. Posteriormente, o valor será reembolsado pelo INSS.
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MEI tem direito à licença paternidade e quando a nova regra entra em vigor
Atualmente, muitos pais ainda têm direito a apenas cinco dias de afastamento. No entanto, a nova legislação prevê uma ampliação gradual.
Assim, o cronograma será o seguinte:
- 10 dias a partir de 2027
- 15 dias a partir de 2028
- 20 dias a partir de 2029
Além disso, após o retorno ao trabalho, o pai terá estabilidade no emprego por um mês. Isso significa que ele não poderá ser demitido sem justa causa nesse período.
Portanto, a mudança busca oferecer mais segurança e tempo de convivência familiar.
Situações em que a licença-paternidade pode ser prorrogada
Em alguns casos específicos, o período da licença pode ser ampliado. Isso ocorre quando há situações que exigem maior cuidado com o recém-nascido.
Por exemplo, a prorrogação acontece nos seguintes casos:
- Internação da mãe ou do bebê após o parto
- Nascimento de criança com deficiência
- Adoção unilateral
- Ausência do nome da mãe no registro civil
- Falecimento da mãe
No caso de internação, o início da contagem ocorre apenas após a alta hospitalar. Ou seja, o pai não perde dias de convivência durante esse período.
Além disso, quando a criança nasce com deficiência, o tempo de afastamento aumenta em um terço. Assim, o benefício se adapta às necessidades da família.
Por outro lado, em situações mais delicadas, como falecimento da mãe, a licença pode chegar a 120 dias, igualando-se à licença-maternidade.
O que pode fazer o trabalhador perder o direito ao benefício
Apesar das garantias, existem regras que podem excluir o acesso ao benefício. Portanto, é essencial ficar atento.
Entre os principais motivos estão:
- Prática de violência doméstica ou familiar
- Abandono material do filho
- Exercício de outra atividade remunerada durante o afastamento
Assim, o objetivo da lei é garantir que o benefício seja utilizado de forma correta. Além disso, busca-se proteger o bem-estar da criança.
MEI tem direito à licença paternidade e quais cuidados tomar para garantir o benefício
Por fim, MEI tem direito à licença paternidade, mas precisa cumprir alguns requisitos importantes. Antes de tudo, é fundamental estar com as contribuições ao INSS em dia.
Além disso, o empreendedor deve acompanhar a regulamentação do salário-paternidade. Isso porque detalhes operacionais ainda podem ser definidos pelo governo.
Portanto, manter a documentação organizada é essencial. Assim, o acesso ao benefício se torna mais rápido e seguro.
Em resumo, a nova lei representa um avanço significativo. Agora, mais pais podem participar ativamente dos primeiros dias de vida dos filhos. Além disso, o Brasil dá um passo importante na promoção da igualdade e da proteção familiar.
Perguntas frequentes
Sim, com a nova lei de 2026, o microempreendedor individual passa a ter acesso ao benefício, desde que contribua regularmente para o INSS.
O prazo será ampliado de forma gradual: 10 dias em 2027, 15 dias em 2028 e 20 dias em 2029.
O pagamento será feito pela Previdência Social, por meio do chamado salário-paternidade, seguindo modelo semelhante ao da licença-maternidade.
A implementação começa em 2027 e será feita de forma progressiva até 2029, quando o prazo máximo será atingido.
A licença pode ser ampliada em casos como internação da mãe ou do bebê, nascimento de filho com deficiência ou falecimento da mãe, podendo chegar a até 120 dias em situações específicas.