
O hotel Kempinski acelera seus investimentos no Brasil e amplia sua presença no setor de luxo. A tradicional rede europeia prepara novos empreendimentos em destinos estratégicos.
Além disso, a marca aposta em experiências exclusivas para conquistar turistas nacionais e estrangeiros.
Atualmente, o principal projeto da rede está em andamento na Serra Gaúcha. O antigo Laje de Pedra, em Canela, passa por uma ampla transformação. O empreendimento deve ser inaugurado no segundo semestre de 2027.
Além da unidade no Rio Grande do Sul, a rede também confirmou planos para abrir hotéis em Alagoas e São Paulo. Dessa forma, o grupo fortalece sua estratégia de expansão no mercado brasileiro de alto padrão.
Criada em 1897, a Kempinski é considerada a rede hoteleira de luxo mais antiga da Europa. Com forte atuação internacional, a empresa busca ampliar sua relevância na América Latina.
Hotel Kempinski aposta em luxo e experiências exclusivas
Enquanto avança com as obras em Canela, o hotel Kempinski já estrutura novos projetos no Brasil. Segundo José Ernesto Marino Neto, sócio-gestor da marca no país, a empresa adquiriu uma fazenda à beira-mar no litoral sul de Alagoas.
O terreno possui aproximadamente um quilômetro de frente para o mar. Assim, a rede pretende criar uma experiência diferenciada para hóspedes de alto poder aquisitivo.
De acordo com Neto, o local escolhido ainda é pouco explorado pelo turismo tradicional. Por isso, a proposta envolve exclusividade, privacidade e integração com a natureza.
Além disso, o executivo destacou que o Brasil ainda possui destinos paradisíacos pouco conhecidos internacionalmente. Esse cenário aumenta o potencial para hotéis de luxo.
A estratégia da rede acompanha o crescimento do turismo premium no país. Nos últimos anos, viajantes passaram a buscar hospedagens mais sofisticadas e experiências personalizadas.
Consequentemente, marcas internacionais enxergam oportunidades importantes no mercado brasileiro. A Kempinski pretende aproveitar esse movimento para consolidar sua presença no país.
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Investimentos bilionários transformam o Laje de Pedra
A chegada da rede ao Brasil aconteceu em 2021. Na época, a sociedade formada pela LDP Canela S/A adquiriu o tradicional Laje de Pedra.
O hotel permaneceu fechado durante a pandemia. Entretanto, o projeto ganhou uma nova proposta após a parceria com a rede alemã.
O investimento total supera R$ 1 bilhão. Além disso, o projeto reúne empresários importantes do setor imobiliário e da arquitetura.
Entre os sócios estão José Paim de Andrade, fundador da incorporadora MaxHaus, e o arquiteto Márcio Carvalho. Juntos, eles pretendem transformar o empreendimento em um dos principais destinos de luxo do Brasil.
O novo complexo contará com 80 quartos de hotel. Além disso, o espaço terá 271 apartamentos residenciais com metragens entre 54 m² e 216 m².
Os imóveis serão comercializados no modelo de propriedade compartilhada. Nesse formato, até quatro proprietários podem dividir o uso do apartamento ao longo do ano.
Esse sistema vem crescendo no mercado imobiliário de luxo. Afinal, muitos investidores buscam imóveis exclusivos com custos compartilhados.
Enquanto as obras avançam, parte do empreendimento já está aberta ao público. O espaço inclui o restaurante 1835, o Bar do Laje, uma galeria de arte e um mirante para o Vale do Quilombo.
Com isso, a rede começa a apresentar ao mercado o conceito sofisticado que pretende implementar definitivamente no local.
São Paulo entra na rota do hotel Kempinski
Além do Sul e do Nordeste, a rede também mira o mercado paulista. O hotel Kempinski avalia terrenos localizados entre a Avenida Paulista e o Rio Pinheiros.
Segundo José Ernesto Marino Neto, a capital paulista ainda possui demanda reprimida no segmento de hotelaria de luxo. Mesmo com novos empreendimentos surgindo, existe espaço para marcas internacionais.
São Paulo concentra eventos corporativos, turismo de negócios e visitantes internacionais durante todo o ano. Por isso, a cidade se tornou prioridade para a expansão da rede.
A expectativa é que o projeto seja desenvolvido até 2030. A ideia envolve a construção completa de uma nova unidade voltada ao público premium.
Além disso, a presença em São Paulo fortalece a imagem da marca no mercado brasileiro. A cidade funciona como vitrine para investidores e turistas internacionais.
Especialistas do setor apontam que o segmento de luxo segue aquecido no Brasil. Mesmo diante de oscilações econômicas, consumidores de alta renda continuam investindo em experiências sofisticadas.
Consequentemente, grandes redes internacionais ampliam seus investimentos no país. A Kempinski busca justamente ocupar esse espaço estratégico.
Expansão do hotel Kempinski reforça potencial do turismo de luxo
A expansão do hotel Kempinski mostra como o Brasil ganhou relevância no turismo de alto padrão. O país reúne praias exclusivas, destinos naturais e grandes centros urbanos atrativos.
Além disso, investidores internacionais observam crescimento na procura por hospedagens premium. Esse movimento beneficia cidades turísticas e fortalece o setor imobiliário.
No caso da Kempinski, os projetos unem hotelaria, gastronomia, arte e imóveis de luxo. Dessa maneira, a marca pretende oferecer experiências completas aos hóspedes.
Ao mesmo tempo, os empreendimentos devem movimentar a economia regional. As obras geram empregos diretos e indiretos, além de impulsionar o turismo.
Com investimentos bilionários e foco em exclusividade, o hotel Kempinski aposta no potencial brasileiro para expandir sua atuação nos próximos anos.
Perguntas frequentes
A previsão é que o novo empreendimento na Serra Gaúcha seja inaugurado no segundo semestre de 2027, após uma ampla reforma do antigo Laje de Pedra.
A rede planeja abrir unidades em Canela, no Rio Grande do Sul, no litoral sul de Alagoas e também em São Paulo.
O investimento total no empreendimento ultrapassa R$ 1 bilhão, incluindo hotel, apartamentos residenciais e áreas de lazer.
O projeto contará com quartos de luxo, apartamentos compartilhados, restaurante, bar, galeria de arte e mirante para o Vale do Quilombo.
A rede acredita no crescimento do turismo de luxo no país e vê oportunidades em destinos exclusivos e pouco explorados.