
Saiba as principais notícias do Mercado Hoje 08-05-2026 segundo a equipe de renda variável do Safra Invest: Bolsas mistas; Commodities estáveis; Volta das tensões no Oriente Médio; Expectativa de acordo comercial Brasil e EUA; Payroll é destaque; Resultados em destaque positivo (+ALPA/CXSE) e negativo (-CMIG/VIVA/AZZA/EZTC/MELI). Confira!
Fechamento dia anterior
Ibovespa: 183.218 (-2,38%)
S&P: 7.337 (-0,38%)
Dólar Futuro: R$4,96 (+0,19%)
Análise Técnica
O Ibovespa apresentou queda de 2,38% no último pregão, cotado a 183.218 pontos. O ativo apresenta tendência neutra no curto prazo e de alta no médio. A primeira resistência fica em 191.600 pontos e a segunda em 200.000 pontos. Do lado da baixa, o primeiro suporte se encontra na região de 176.300. O próximo fica na faixa de 164.400 pontos.
O Dólar Futuro apresentou leve alta de 0,13% no último pregão, cotado a 4.959 pontos. O ativo apresenta tendência de baixa no médio prazo e no curto neutra. Do lado da baixa, o primeiro suporte fica na região de 4.920 pontos. Se perder esse patamar, poderá alcançar o suporte seguinte em 4.840. Já do lado da alta, a primeira resistência do contrato fica na região de 5.080 e a segunda em 5.240.
Exterior
As bolsas na Europa em queda e futuros nos Estados Unidos seguem em alta mesmo com aumento das tensões no Oriente Médio após confronto entre forças iranianas e americanas, investidores seguem otimistas com resultados de empresas de tecnologia para sustentar a alta do mercado. As tarifas globais mais recentes impostas por Trump foram declaradas ilegais por um tribunal federal de comércio, decisão com impacto limitado até o momento. Na agenda de dados serão divulgados payroll com estimativa de criação líquida de 65 mil vagas, taxa de desemprego, esperado que fique estável em 4,3%, Sentimento Universidade de Michigan, mostrando ligeira queda e estoques do atacado, que também se espera estabilidade. Petróleo estável perto dos USD 100/boed e minério também negocia próximo à estabilidade.
Doméstico
Destaque vai para encontro de Lula e Trump no dia anterior, em que presidente americano afirma que aumentarão as relações comerciais entre os países, e Lula espera chegar a acordo sobre tarifas ao Brasil, Seção 301, em 30 dias. IPO da Compass levanta R$ 3,2 bilhões, primeira oferta inicial no Brasil em quase 5 anos.
Atualizações do Mercado Hoje 08-05-2026
Allos
A Allos apresentou resultados resilientes no 1T26, com crescimento de 6% no FFO impulsionado por receitas imobiliárias acima do previsto e redução de despesas SG&A. As vendas totais dos lojistas cresceram 4,7% a/a, atingindo R$ 9,5 bilhões, enquanto a taxa de ocupação manteve-se elevada em 96,2%, apesar de leve queda t/t e a/a. A receita de aluguel avançou 1,7% a/a, com destaque para o aumento de 57% a/a na receita de mídia e crescimento de 3,7% a/a nas receitas de estacionamento.
O incidente no Shopping Tijuca elevou as despesas de propriedades em 36% a/a, impactando a margem NOI, que ficou em 90,7%. O EBITDA ajustado cresceu 11% a/a, refletindo queda de 13% a/a nas despesas SG&A e margem EBITDA de 72,2%. O FFO ajustado avançou 9% a/a, com margem de 43,7%. A alavancagem financeira permaneceu estável em 1,7x dívida líquida/EBITDA, enquanto o capex totalizou R$ 66 milhões. A companhia segue com fundamentos sólidos e melhorias estruturais, reforçando perspectivas positivas para o ano.
Cemig
No 1T26, a Cemig reportou desempenho operacional aquém do potencial, com EBITDA ajustado de R$ 1,765 milhões, crescimento de 8% a/a, mas impactado por volumes modestos nas divisões de distribuição e gás, além de exposição desfavorável ao mercado spot. O lucro líquido atingiu R$ 979 milhões, queda de 6% a/a, refletindo menores resultados de equivalência patrimonial e maiores despesas financeiras, parcialmente compensados por menor alíquota efetiva de imposto.
A receita, excluindo linhas de construção, avançou 4% a/a, sustentada por maior volume na geração (+12% a/a) e reajuste tarifário, enquanto o mercado cativo recuou 4% a/a devido a chuvas intensas e migração para geração distribuída. As vendas nas áreas de comercialização e gás também apresentaram retração. O Conselho anunciou Alexandre Ramos como novo CEO, reforçando o foco em sucessão e continuidade estratégica. A companhia segue com rating neutro, diante de resultados abaixo do esperado e perspectiva de reação negativa do mercado.
Blau
No 1T26, a Blau reportou desempenho operacional robusto, com receita líquida de R$ 435 milhões, avanço de 17% a/a, sustentado principalmente pela recuperação do segmento Hospitalar após a resolução do STF em 2024 e pela demanda consistente no canal privado. O lucro bruto atingiu R$ 180 milhões, alta de 21% a/a, beneficiado por ambiente cambial favorável para compras de insumos e maior eficiência nas unidades produtivas.
O EBITDA ajustado somou R$ 93 milhões, com margem de 21,4%, enquanto o lucro líquido ajustado foi impactado por perdas cambiais não-caixa, totalizando R$ 33 milhões. Desconsiderando o efeito cambial, o lucro líquido recorrente teria sido de R$ 58 milhões, crescimento de 8% a/a. A companhia manteve posição de caixa líquida positiva de R$ 15 milhões, evidenciando solidez financeira e continuidade na execução de sua estratégia de crescimento.
Marcopolo no Mercado Hoje 08-05-2026
A Marcopolo deve registrar um impacto positivo de aproximadamente R$ 4,9 milhões em seus resultados do 2T26, decorrente da equivalência patrimonial da NFI, que apresentou lucro líquido de US$ 11,5 milhões no 1T26, revertendo o prejuízo do ano anterior, impulsionada por maior margem bruta, melhor conversão de backlog e ganhos operacionais.
No acumulado do ano, a contribuição da NFI já soma R$ 75 milhões, refletindo tanto resultados recorrentes quanto efeitos não recorrentes, como o acordo relacionado ao recall de baterias no 4T25. O desempenho robusto da NFI, com backlog de US$ 13 bilhões e avanço em preços, reforça a tendência de maior recorrência nos resultados. A gestão destaca o foco em execução industrial, disciplina de custos e reestruturação no Reino Unido, mantendo atenção ao cenário macroeconômico e reafirmando confiança nas metas para 2026.
Simpar
No primeiro trimestre de 2026, a Simpar reportou resultados operacionais positivos, com receita ajustada de R$ 11,0 bilhões, crescimento de 6,5% a/a, impulsionada principalmente pela Movida, que apresentou forte expansão de receitas de serviços, e pela Vamos, com maior utilização de frota. O EBITDA ajustado avançou 14,3% a/a, atingindo R$ 3,2 bilhões, e a margem EBITDA subiu para 29,2%, refletindo a melhor performance operacional.
Apesar do avanço nos segmentos de serviços, o resultado líquido foi negativamente impactado pelo aumento das despesas financeiras, que cresceram 13,4% a/a devido ao maior custo médio da dívida, mantendo a alavancagem em 3,0x. O prejuízo líquido ajustado de R$ 41 milhões evidencia o desafio da estrutura de dívida elevada, mesmo com melhora operacional. A receita de venda de ativos recuou, principalmente pela menor venda de veículos pela Movida.
Consumo Discricionário no Mercado Hoje 08-05-2026
No primeiro trimestre de 2026, Lojas Renner apresentou desempenho misto, com vendas aquém das expectativas, mas superando em rentabilidade, evidenciada pela expansão de 70bps a/a na margem EBITDA ajustada e fluxo de caixa operacional robusto de R$ 577 milhões, quase o dobro do registrado no 1T25, mantendo posição líquida de caixa estável.
O segmento de serviços financeiros continuou saudável, com redução da inadimplência. Vivara reportou resultado negativo, com rentabilidade pressionada pela diminuição de subsídios fiscais e ritmo mais lento de produção, apesar de crescimento de receita líquida de 11% a/a, mas com desaceleração frente aos trimestres anteriores e estoque elevado em 601 dias. Arezzo manteve tendência de retração, com queda de 8% a/a nas vendas e desaceleração do segmento feminino, além de redução de 260bps a/a na margem EBITDA. Mantemos recomendação neutra para Vivara e Arezzo, refletindo desafios de rentabilidade e visibilidade limitada sobre margens sustentáveis.
Engie
No 1T26, a Engie reportou desempenho operacional consistente, com EBITDA ajustado de R$ 1.956 milhões, alta de 19% a/a, impulsionado pelo aumento de 10,5% no volume de energia vendida, forte crescimento nas receitas de trading e preços médios superiores no portfólio. A receita líquida, excluindo margem de construção, avançou 20% a/a, refletindo também a consolidação de novos ativos e menor impacto de restrições operacionais.
O lucro líquido reportado foi de R$ 792 milhões, queda de 4% a/a, mas acima das expectativas, favorecido por menor alíquota efetiva de imposto e efeitos contábeis do IFRS. Os custos consolidados subiram com a integração de ativos como Grauna e Morro do Chapéu, porém ficaram abaixo do previsto devido a menores despesas com compra de energia e serviços de terceiros. A alavancagem permaneceu estável em 3,2x dívida líquida/EBITDA nos últimos 12 meses. A companhia segue focada no desenvolvimento de projetos adquiridos em leilões recentes, enquanto o mercado aguarda novidades sobre a potencial transferência de Jirau.
Alupar
No primeiro trimestre de 2026, a Alupar reportou desempenho robusto, com EBITDA regulatório de R$ 800 milhões (+17% a/a) e lucro líquido de R$ 149 milhões (+6% a/a), evidenciando crescimento operacional, especialmente no segmento de geração, que se beneficiou de preços mais altos no ACL e maior participação no mercado livre e spot. A receita consolidada alcançou R$ 997 milhões (+16% a/a), impulsionada pela entrada em operação de novos ativos e expansão das operações de transmissão e geração.
Apesar dos avanços, as margens foram pressionadas por custos elevados de compra de energia na Trading, despesas administrativas e provisões trabalhistas. A companhia aprovou distribuição de dividendos de R$ 0,21 por unidade, com yield de 0,6% e data ex em 15 de maio. O perfil de risco permanece baixo, com alavancagem estável em 3,3x dívida líquida/EBITDA regulatório, e a estratégia segue voltada para crescimento e oportunidades na América Latina.
GPS
No 1T26, a GPS reportou resultados em linha com o esperado, com crescimento orgânico mais moderado de 6,6% a/a, refletindo a estratégia de otimização da base contratual ao priorizar contratos mais rentáveis, o que deve limitar o crescimento orgânico ao longo de 2026. A receita líquida somou R$ 4,484 bilhões (+9,3% a/a), enquanto o EBITDA ajustado ex-IFRS16 alcançou R$ 437 milhões (+9,0% a/a), com margem praticamente estável em 9,7%, ainda pressionada por custos de mobilização e desmobilização de contratos.
Destaca-se a expressiva redução das despesas com mão de obra contingente para 1,3% da receita, favorecida por menores provisões para perdas prováveis. O lucro líquido ajustado foi de R$ 158 milhões (-12,2% a/a), impactado por maiores despesas financeiras e elevação da alíquota efetiva de imposto para 32,4%. A alavancagem encerrou o trimestre em 1,6x EBITDA ajustado ex-IFRS nos últimos 12 meses.
Yduqs no Mercado Hoje 08-05-2026
No 1T26, a Yduqs reportou receita em linha com as expectativas, porém com margens pressionadas nos segmentos presencial (OC) e ensino a distância (DL), devido à transição regulatória. O Ibmec se destacou com crescimento de 34% a/a no EBITDA ajustado e expansão de margem, enquanto o segmento Premium apresentou evolução consistente, representando 49% do EBITDA consolidado.
O fluxo de caixa livre atingiu R$ 276 milhões (+10% a/a), o maior já registrado para um primeiro trimestre. A companhia revisou o guidance de LPA para 2026, reduzindo o ponto médio em cerca de 37% para R$ 1,7, e estabeleceu nova faixa de FCFE entre R$ 520 milhões e R$ 620 milhões, superando o consenso de mercado. Os resultados foram impactados por itens não recorrentes, incluindo um write-off imobiliário relevante. O desempenho reflete adaptação ao novo marco regulatório e foco em segmentos Premium e Ibmec.
Eztec
No primeiro trimestre de 2026, a Eztec reportou resultados abaixo do esperado, com impacto negativo na receita e margens devido ao maior volume de lançamentos e reconhecimento limitado de receitas por cláusulas suspensivas. A margem bruta ajustada recuou para 37,7%, refletindo a maior participação de projetos recentes com margens menores, enquanto o lucro líquido atingiu R$ 96 milhões, crescimento de 2% a/a.
O EBITDA ajustado, excluindo ganhos não recorrentes, foi de R$ 68 milhões, queda de 16% a/a, parcialmente compensado por um ganho financeiro líquido robusto de R$ 51 milhões, impulsionado pela carteira de recebíveis indexada ao IGP-DI. A margem líquida avançou para 32,1% (+1,9 p.p. a/a), mas o ROE permaneceu mais suave (-0,2 p.p. a/a). A geração de caixa foi sólida, totalizando R$ 154 milhões, e a alavancagem seguiu em patamar saudável. O Safra destaca potencial de valorização da ação diante do ciclo de flexibilização monetária e mantém recomendação Compra.
B3 no Mercado Hoje 08-05-2026
No 1T26, a B3 registrou desempenho robusto, com receita total de R$ 3,2 bilhões, avanço de 8% t/t e 20% a/a, sustentada principalmente pelo forte resultado nos segmentos de ações e derivativos. As soluções de mercados de capitais, especialmente depósito e listagem, foram os principais vetores de aceleração, enquanto tecnologia e analytics apresentaram crescimento expressivo de 23% a/a. A margem EBITDA ajustada evoluiu 2,11 p.p. a/a, refletindo ganhos de eficiência, mesmo diante do aumento das despesas operacionais, notadamente em pessoal e serviços de terceiros.
O lucro líquido recorrente alcançou R$ 1,54 bilhão, impulsionado por resultados financeiros superiores, ao passo que o lucro líquido reportado foi impactado por despesas não recorrentes e amortização de intangíveis. O trimestre reforça a solidez operacional da companhia, mas indica espaço restrito para revisões relevantes nas estimativas, já refletidas nas expectativas do mercado.
Sabesp
No primeiro trimestre de 2026, a Sabesp reportou resultados operacionais robustos, impulsionados pelo reconhecimento de ativos financeiros vinculados a contratos de concessão. O EBITDA ajustado, excluindo equivalência patrimonial, cresceu 27% a/a, evidenciando o impacto positivo do reajuste tarifário e do controle eficiente dos custos gerenciáveis, apesar de volumes moderados e pressão de custos não gerenciáveis. O lucro líquido avançou 18% a/a, favorecido por ganhos fiscais que compensaram resultados financeiros menos favoráveis.
A receita líquida dos serviços de saneamento, ajustada para exclusão de receitas de construção e ativos financeiros, aumentou 3% a/a, com destaque para a retirada de descontos a grandes clientes e volumes estáveis devido a temperaturas amenas e menos dias faturados. Os custos totais cresceram 8,5% a/a, impulsionados por serviços, energia e materiais, parcialmente compensados por redução de despesas com pessoal e provisões. O capex teve alta de 31% a/a, reforçando o compromisso com a universalização, enquanto a alavancagem subiu para 2,4x, refletindo o forte investimento no período.
Mercado Libre
No 1T26, o Mercado Livre registrou forte expansão de receita, totalizando US$ 8,8 bilhões (+49% a/a), impulsionada pelo crescimento expressivo do GMV, que alcançou US$ 19 bilhões (+42% a/a), e pelo aumento significativo no volume de itens vendidos (+47% a/a). O take rate subiu para 21,1%, refletindo o avanço das receitas de publicidade (+73% a/a em dólar) e o crescimento das assinaturas de fidelidade, que compensaram desafios nas receitas de frete.
O segmento 1P manteve desempenho acima das expectativas, com GMV crescendo 69% a/a em base cambial neutra e melhora contínua da margem EBIT. O Brasil se destacou, com crescimento acelerado de GMV e redução de custos logísticos, enquanto México e Argentina também contribuíram positivamente. A penetração da rede logística gerenciada atingiu 95,5%, evidenciando ganhos de escala e produtividade operacional.
CMPC no Mercado Hoje 08-05-2026
A CMPC apresentou resultados fracos no 1T26, com EBITDA comparável de US$ 255 milhões, refletindo queda de 2% t/t e desempenho abaixo das expectativas do mercado, impactado por menores volumes de vendas em Celulose e Softys e custos de caixa mais altos em celulose. Apesar de preços realizados mais elevados e melhora nos custos em Biopackaging, a geração de caixa livre recuou para US$ 41 milhões e a alavancagem líquida aumentou para 4,10x, elevando preocupações sobre a capacidade de financiar o ciclo de investimentos do Projeto Natureza.
O segmento de Celulose registrou EBITDA de US$ 155 milhões e margem de 21,2%, Softys reportou EBITDA de US$ 97 milhões com margens pressionadas, enquanto Biopackaging mostrou recuperação, atingindo EBITDA de US$ 23 milhões. O cenário permanece desafiador, com riscos de inflação de custos em dólar e possível necessidade de captação de recursos adicionais.
Magalu
No 1T26, a Magalu apresentou resultados operacionais em linha com as expectativas, com receita líquida de R$ 9,2 bilhões (-2% a/a) e destaque para o desempenho das lojas físicas, que cresceram 7% a/a e ampliaram participação de mercado. O segmento de e-commerce seguiu pressionado, com retração de 11% a/a, refletindo menor demanda em categorias de maior valor agregado e ajustes estratégicos no marketplace, que caiu 14% a/a.
O EBITDA ajustado totalizou R$ 718 milhões, com margem de 7,8%, evidenciando ganhos de eficiência e controle de despesas. Entretanto, o prejuízo líquido ajustado de R$ 34 milhões foi impactado por provisões para perdas de crédito acima do previsto. O aumento de R$ 900 milhões na dívida líquida, impulsionado por queima de caixa operacional de R$ 600 milhões, reforça o cenário desafiador e sustenta a postura cautelosa da Safra para o setor.
Randoncorp
A Randoncorp apresentou resultados mistos no 1T26, com recuperação gradual das operações industriais, mas ainda sob pressão no resultado final devido ao impacto negativo da equivalência patrimonial da Addiante e maiores despesas financeiras. A receita líquida totalizou R$ 3,08 bilhões (-3,4% a/a), refletindo desempenho mais fraco em Frasle e Trailers, parcialmente compensado pelo crescimento de 2,3% a/a em Autopeças, impulsionado pelo ramp-up da Suspensys Mogi Guaçu.
O EBITDA ajustado atingiu R$ 370 milhões (-13% a/a), com margem de 12,0%, pressionado pela perda da Addiante. Excluindo esse efeito, o EBITDA ajustado teria sido estável a/a, evidenciando disciplina de custos e ganhos de eficiência. O prejuízo líquido foi de R$ 47,6 milhões, influenciado por despesas financeiras elevadas e uma taxa efetiva de imposto de 114%. O segmento de Trailers recuou 13% a/a, enquanto Autopeças cresceu, e Financial Solutions & Services avançou 13,4% a/a, destacando a resiliência operacional em meio a um cenário desafiador.
Ecorodovias no Mercado Hoje 08-05-2026
No primeiro trimestre de 2026, a Ecorodovias reportou resultados operacionais robustos, com EBITDA ajustado de R$ 1,4 bilhão, crescimento de 12,0% a/a e expansão da margem para 77,6%. O desempenho foi sustentado pela contribuição incremental das novas concessões integradas e pela gestão eficiente de custos, resultando em aumento de receita bruta ajustada de 8,8% a/a, impulsionada principalmente pelo avanço nas receitas de pedágio e início de cobrança em novas praças.
O lucro líquido ajustado ficou em R$ 77,1 milhões, queda de 47% a/a, devido ao aumento expressivo das despesas financeiras, em especial juros sobre debêntures, refletindo a elevação da dívida líquida para R$ 22,2 bilhões. O índice de alavancagem atingiu 3,9x dívida líquida/EBITDA, indicando maior pressão financeira, apesar da sólida performance operacional e crescimento das receitas.
Bens de Capital
A Secex divulgou os dados de importação e exportação de abril de 2026, destacando tendências mistas para os principais players de bens de capital. A WEG apresentou queda de 11% a/a nas exportações do segmento EEI, mas forte recuperação de 23% m/m, enquanto o segmento GTD cresceu 12% a/a e 43% m/m, impulsionado por transformadores. No consolidado, as exportações de EEI e GTD recuaram 5% a/a, mas avançaram 28% m/m, com destaque para a queda expressiva de 84% a/a em Painéis Elétricos.
As importações brasileiras de painéis solares caíram 55% a/a, refletindo o fim da isenção tarifária em outubro, apesar do aumento de 10% a/a nos preços. Para a Embraer, as exportações de aeronaves comerciais somaram apenas 2 unidades no mês, abaixo da média histórica, totalizando 12 entregas no ano. Já a Intelbras registrou desempenho positivo em Segurança (+19% a/a), crescimento moderado em ITC (+4% a/a) e queda em Energia (-28,6% a/a), com destaque para o avanço de 52% a/a em no-breaks e outros produtos de energia.
Caixa Seguridade
No primeiro trimestre de 2026, a Caixa Seguridade reportou resultados robustos, com destaque para o crescimento das comissões de seguro de vida crédito e a melhora nos resultados financeiros, beneficiados por um ajuste contábil de R$ 14 milhões. O seguro de vida crédito apresentou forte expansão, especialmente em produtos de dívida para pessoas físicas, com avanços de 39% t/t e 9% a/a. O lançamento da proteção contra desemprego para empréstimos consignados privados em março reforçou o potencial comercial do segmento.
O volume de cartas de crédito registrou queda de 12% t/t e 2% a/a, atingindo R$ 5,4 bilhões, enquanto o estoque cresceu 39% a/a. A receita de corretagem totalizou R$ 621 milhões, alta de 1% a/a, impulsionada por maiores comissões em seguro de vida crédito, títulos de capitalização e hipoteca. O desempenho dos produtos de pagamento mensal sustentou o crescimento das receitas, consolidando uma perspectiva positiva para a companhia.
M. Dias Branco
No 1T26, a M. Dias Branco apresentou resultados pressionados por preços médios abaixo do esperado, refletindo um efeito mix desfavorável, mesmo diante de aumento de volumes em biscoitos e massas. A receita líquida totalizou R$ 2,217 bilhões, estável a/a, com destaque para o crescimento de 3% a/a em moagem de trigo e óleos vegetais, além de avanço de 10% nas adjacências, compensando retração nos produtos core. O EBITDA ajustado atingiu R$ 184 milhões, alta de 10% a/a, mas com margem de 8,3%, impactada pela queda de 3% a/a nos preços médios e compressão de 308bps na margem bruta. O lucro líquido ajustado somou R$ 98 milhões, avanço de 34% a/a, beneficiado por melhora no resultado financeiro. A companhia ganhou participação em biscoitos (+1,2 p.p.) e manteve em massas, enquanto o ciclo de conversão de caixa reduziu 15 dias a/a, reforçando a solidez do balanço. O desempenho reflete desafios no ambiente de consumo e maior competição em preços.
Tenda no Mercado Hoje 08-05-2026
A Tenda anunciou, após o fechamento do mercado em 7 de maio de 2026, o início do processo formal de transição para o cargo de CEO, marcando a sucessão de Rodrigo Osmo, que ocupou a posição por 15 anos, por Marcos Cruz. A transição terá início em 8 de junho de 2026 e se estenderá por 12 meses, período em que ambos atuarão como co-CEOs, com Osmo sendo indicado ao conselho ao final do processo.
A mudança surpreende pelo longo histórico de Osmo, que liderou a companhia durante a reestruturação pós-pandemia, resultando na recuperação da rentabilidade, fortalecimento do balanço e aumento de escala. A gestão não prevê alterações estratégicas relevantes, já que Osmo permanecerá envolvido nas operações, especialmente no projeto Alea, focando na estabilização operacional e melhoria dos indicadores econômicos das unidades. O executivo também reforçou seu alinhamento econômico de longo prazo, mantendo participação relevante na companhia.
LWSA
No 1T26, a Locaweb reportou desempenho robusto, com crescimento de receita líquida de 10,0% a/a, impulsionado principalmente pelo segmento de Commerce e Subscriptions, que apresentaram avanços significativos na base pagante e ARPU. A margem EBITDA ajustada atingiu 25,1%, refletindo eficiência operacional e disciplina de custos, enquanto o fluxo de caixa livre foi recorde, revertendo a queima de caixa do ano anterior e beneficiado por liberação de capital de giro e menor pagamento de impostos.
O segmento BeOnline estabilizou sua receita após períodos de queda, e a empresa intensificou a adoção de IA em processos internos. O capital foi direcionado ao retorno ao acionista, com distribuição relevante de recursos e manutenção de posição de caixa sólida, sem dívida financeira expressiva. O cenário consumidor mais desafiador não impediu a execução consistente da estratégia, reforçando a tese positiva para o papel.
PetroReconcavo
A PetroReconcavo apresentou resultados sólidos no 1T26, com EBITDA ajustado de R$ 310 milhões, crescimento de 5% t/t, impulsionado por preços de petróleo mais altos e redução de opex, apesar de menor volume de vendas e impacto negativo de instrumentos de hedge e valorização do real. O preço realizado do gás recuou t/t devido à metodologia de ajuste trimestral, refletindo apenas variações entre outubro e dezembro de 2025.
O lucro líquido atingiu R$ 124 milhões, beneficiado por desempenho operacional robusto e menores despesas financeiras e de depreciação, parcialmente compensado por aumento de impostos. O fluxo de caixa livre foi positivo em R$ 80 milhões, revertendo a queima do trimestre anterior, com destaque para redução de capex, menor necessidade de capital de giro e juros pagos. O conselho aprovou pagamento de juros sobre capital próprio de R$ 100 milhões, com yield bruto de 2,8%, reforçando o compromisso com remuneração ao acionista.
Alimentos e Bebidas no Mercado Hoje 08-05-2026
Em abril, as exportações brasileiras de proteínas animais mantiveram volumes sólidos, com destaque para a carne suína (+10% a/a) e bovina (+4% a/a), enquanto o frango permaneceu estável, próximo ao topo do intervalo dos últimos cinco anos. A demanda chinesa seguiu como principal impulsionador das exportações de carne bovina, enquanto países asiáticos como Japão, Vietnã e Filipinas lideraram a demanda por frango e suíno.
Apesar do bom desempenho em volumes, as margens de exportação de frango e suíno recuaram m/m devido ao aumento dos custos de insumos, enquanto as margens da carne bovina permaneceram praticamente estáveis, acompanhando a valorização dos preços do boi. Os preços médios de exportação de carne bovina subiram 7% m/m (+24% a/a), e os volumes para China e Chile compensaram quedas em outros mercados. Para os próximos meses, a expectativa é de recuperação gradual das margens, especialmente em frango e suíno, diante dos preços atuais e do custo dos grãos.
Alimentos e Bebidas
O setor de alimentos e bebidas apresentou desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, com destaque para a produção industrial de bebidas alcoólicas, que avançou 5,8% a/a no período e atingiu índice de 104,3 em março, impulsionada por demanda mais forte, clima favorável e antecipação de estoques para a Copa do Mundo.
Apesar do aumento na produção (sell-in), o volume de vendas de cerveja (sell-out) recuou dígito médio, sugerindo formação de estoques na cadeia. A produção de bebidas não alcoólicas manteve-se próxima ao topo do intervalo dos últimos cinco anos, com índice de 104,8 em março (-0,7% a/a e +4% m/m), refletindo melhora gradual. No segmento de trigo, a moagem e derivados cresceram 15% a/a em março, sinalizando recuperação relevante para produtos-chave da MDIA. O cenário sugere continuidade da recuperação industrial, apoiada por bases comparativas fracas e expectativa de maior demanda no contexto da Copa do Mundo.
Localiza
A Localiza apresentou resultados sólidos no 1T26, com receita líquida de R$ 12,3 bilhões (+21% a/a), impulsionada pelo crescimento em todas as unidades de negócio, especialmente Seminovos, que avançou 34,5% a/a devido à melhora no mix e idade dos veículos vendidos. O EBITDA ajustado totalizou R$ 3,8 bilhões, refletindo expansão de margens nos segmentos de aluguel e gestão de frotas, sustentadas por reajustes tarifários e maior eficiência operacional.
O spread de ROIC aumentou para 5,9%, evidenciando disciplina na gestão de preços e foco em rentabilidade, apesar do aumento do custo da dívida após impostos para 10,0%. A estratégia de renovação de frota e precificação reforça o posicionamento competitivo da companhia, mantendo o spread de ROIC dentro do intervalo estratégico. O desempenho robusto no trimestre consolida a confiança na execução e na capacidade de geração de valor da Localiza.
Rumo
A Rumo apresentou resultados mistos no 1T26, com forte crescimento de volumes transportados, que subiram 25,5% a/a para 20,2 bilhões de RTK, impulsionados principalmente pelas operações Norte e Sul, beneficiadas por fluxos agrícolas mais robustos. Apesar do avanço, a queda de 9,6% a/a nas tarifas médias pressionou a receita, que ainda assim cresceu 10,6% a/a, totalizando R$ 3,3 bilhões. Os custos operacionais em caixa aumentaram 15% a/a, levando a uma retração de 194 pontos-base na margem EBITDA, que ficou em 53,2%. O EBITDA ajustado atingiu R$ 1,7 bilhão (+6,7% a/a), enquanto o lucro líquido consolidado avançou 41% a/a, para R$ 266 milhões, refletindo menores despesas com depreciação e receitas operacionais acima do esperado. O endividamento líquido cresceu 34,7% a/a, elevando a alavancagem para 2,1x. Mantemos visão positiva para as ações, que seguem atrativas frente ao retorno real dos títulos NTN-B.
Fleury no Mercado Hoje 08-05-2026
A Fleury apresentou um sólido 1T26, com receita líquida de R$ 2,223 bilhões, crescimento de 10% a/a, impulsionada pelo desempenho robusto do segmento B2C, especialmente das marcas Fleury e outras de São Paulo, que compensaram a queda esperada em New Links devido à base de comparação elevada.
O EBITDA atingiu R$ 606 milhões, alta de 11% a/a, com margem estável em 27,3%, refletindo controle de despesas e ganhos de eficiência, apesar de pressão pontual em custos de pessoal. O lucro líquido ajustado foi de R$ 209 milhões, 12% acima do ano anterior, beneficiado por resultado financeiro positivo e menor alíquota efetiva de imposto. O fluxo de caixa livre foi impactado por sazonalidade de capital de giro e pagamentos de M&A, enquanto a alavancagem permaneceu estável em 1,0x. O desempenho reforça a qualidade do modelo de negócios, com crescimento orgânico relevante e execução disciplinada, mesmo diante de desafios pontuais.
Saúde
Em março de 2025, o setor de planos de saúde registrou crescimento de 79 mil beneficiários m/m, totalizando 53,0 milhões de vidas, com avanço de 1,7% a/a, apesar da perda acumulada de 32 mil no trimestre devido à sazonalidade negativa de janeiro e fevereiro. O mês de março foi o mais forte do 1T26, com todas as regiões e principais operadoras apresentando adições líquidas positivas. A Hapvida voltou ao campo positivo, somando 22 mil vidas, impulsionada pelo desempenho no Rio de Janeiro, embora São Paulo tenha permanecido negativo. Bradesco Saúde e Amil lideraram o trimestre, enquanto o Sistema Unimed foi o principal detrator.
Os planos corporativos sustentaram o crescimento do setor, com 90 mil adições líquidas em março, enquanto planos individuais seguiram em queda estrutural. No segmento odontológico, destaque para Odontoprev, responsável por 72% das adições do trimestre. O desempenho reflete recuperação pontual, mas ainda sob impacto de desafios estruturais em algumas operadoras.
Totvs
O resultado do 1T26 da TOTVS foi marcado por uma leitura positiva, com destaque para a expansão das margens de EBITDA acima de 30%, sem identificar um teto estrutural. A empresa segue com forte adição de ARR e baixo custo marginal, favorecendo escalabilidade. A implementação de IA já é tangível em P&D, suporte ao cliente e operações comerciais, trazendo ganhos de eficiência e redução de tempo nas tarefas.
O lançamento do IaaS amplia a monetização do T-Cloud, eliminando barreiras para clientes mais sofisticados e potencializando o roadmap de IA. A integração da Linx mostra sinais promissores, com abril superando março comercialmente e acelerando a convergência operacional, especialmente em segmentos de varejo. A RD Station apresentou reaceleração de receita, impulsionada pela convergência entre back-office e front-office em SMB, reforçando diferenciais competitivos. O risco de disrupção por IA foi minimizado, com TOTVS mantendo forte posicionamento junto à base de clientes.
Inter
No 1T26, o Inter & CO apresentou crescimento moderado do lucro líquido recorrente, atingindo R$ 395 milhões e ROE de 15,5%, com avanço de 5% t/t e 38% a/a, mas ainda aquém da meta de rentabilidade. A receita líquida somou R$ 2,441 bilhões, com expansão de 2% t/t e 33% a/a, enquanto o NIM 2.0 manteve-se praticamente estável em 9,5%.
O portfólio de crédito cresceu 3% t/t e 33% a/a, com destaque para os segmentos imobiliário, pessoal e cartão, e expansão moderada do consignado privado. No entanto, houve aumento de 60bps t/t na inadimplência de curto prazo e elevação do NPL acima de 90 dias para 5,1%, sinalizando atenção à qualidade dos ativos. O custo de risco subiu para 5,6% e a margem ajustada ao risco recuou, enquanto o índice de eficiência melhorou 460bps a/a. O cenário reforça postura cautelosa diante dos sinais de deterioração e desaceleração do top-line.
Taesa no Mercado Hoje 08-05-2026
No 1T26, a Taesa reportou desempenho operacional robusto, com crescimento de 10% a/a no EBITDA regulatório, impulsionado pelo início de novas linhas de transmissão e reforços em ativos estratégicos. A receita líquida avançou 9,6% a/a, refletindo principalmente a entrada parcial de Tangará e Saíra (Fase 2) e ajustes contratuais indexados ao IGP-M e IPCA, enquanto reduções em quotas de CDE e Proinfa mitigaram parte desse avanço.
O lucro líquido atingiu R$ 193 milhões, abaixo do esperado, devido ao aumento da base tributável e à mudança do regime fiscal de São Pedro para lucro real em 2026, parcialmente compensados por incentivos fiscais SUDAM/SUDENE. As despesas PMSO cresceram 5,8% a/a, com destaque para controle de custos e estabilidade em serviços de terceiros. A alavancagem encerrou em 4,2x dívida líquida/EBITDA regulatório. O conselho aprovou juros sobre capital próprio de R$ 0,56 por unidade, yield de 1,3%, reforçando o compromisso de payout integral.
Axia
A Axia Energia reportou resultados robustos no 1T26, com EBITDA regulatório ajustado de R$ 8,1 bilhões, alta de 63% a/a, refletindo o cenário de preços spot elevados e ganhos de modulação, enquanto o EBITDA IFRS somou R$ 6,8 bilhões (+72% a/a), impactado por provisões não recorrentes. O lucro líquido atingiu R$ 2,6 bilhões, influenciado por maiores despesas financeiras.
O desempenho operacional foi marcado pelo expressivo crescimento das receitas do mercado spot (+654% a/a) e aumento de 28% nos preços médios do ACL, compensando a redução de 25% nos volumes vendidos e queda de 11% nas receitas de transmissão. A alavancagem recuou para 1,9x dívida líquida/EBITDA nos últimos 12 meses. No âmbito estratégico, a companhia iniciou o processo de sucessão da liderança, com a criação do cargo temporário de Vice-Presidente Executivo a partir de junho, visando uma transição organizada. Também foi destacada a alocação de R$ 4,0 bilhões para o resgate de ações PNC ao longo de 2026.
Outras informações do Mercado Hoje 08-05-2026
Commodities
Petróleo apresenta queda (US$ 100,41/b; -0,10%)
Minério de ferro registra baixa (US$ 110,50/t; -0,23%)
Agenda do Mercado Hoje 08-05-2026
09:30 EUA Variação no Nonfarm Payroll
09:30 EUA Taxa de desemprego
11:00 EUA Sentimento Universidade de Michigan
11:00 EUA Estoques do Atacado
Empresas
Compass: IPO levanta R$ 3,2 bilhões na primeira oferta pública inicial no Brasil em quase cinco anos
Lojas Quero Quero: Prejuízo 1T R$61,7 mi X prejuízo R$31,1 mi a/a
Petz Cobasi: Lucro líquido ajustado 1T R$23,7 mi
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As informações fornecidas neste conteúdo são exclusivamente para fins informativos e educacionais e não devem ser interpretadas como recomendações de compra ou venda de ações. Recomenda-se que os investidores realizem suas próprias análises ou consultem um profissional qualificado antes de tomar qualquer decisão de investimento.