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Como fazer consignado sem biometria: Veja nova regra

Saber como fazer consignado sem biometria facial registrada nas bases oficiais do governo é uma dúvida comum. Agora, aposentados e pensionistas que não possuem esse cadastro podem autorizar a operação pelo Meu INSS, com validação baseada em dados bancários. A mudança foi definida pela Instrução Normativa PRES/INSS nº 213, de 17 de agosto de 2026. […]

Publicado em 25/08/2026 18:12

Filipe Andrade

FA
Como fazer consignado sem biometria: Veja nova regra -  (crédito: Mercado Hoje)
Como fazer consignado sem biometria: Veja nova regra - (crédito: Mercado Hoje)

Saber como fazer consignado sem biometria facial registrada nas bases oficiais do governo é uma dúvida comum.

Agora, aposentados e pensionistas que não possuem esse cadastro podem autorizar a operação pelo Meu INSS, com validação baseada em dados bancários.

A mudança foi definida pela Instrução Normativa PRES/INSS nº 213, de 17 de agosto de 2026.

Com isso, beneficiários sem biometria facial compatível voltam a ter uma alternativa para liberar a contratação.

Além disso, o INSS manteve regras específicas para reduzir o risco de fraudes. A autorização não poderá ocorrer somente por telefone ou por uma simples gravação de voz.

A medida também traz mudanças importantes para quem pretende fazer portabilidade do empréstimo. Nesse caso, o segurado deverá cumprir novas etapas dentro dos canais autorizados.

Como fazer consignado sem biometria pelo Meu INSS?

A alternativa atende aposentados e pensionistas que não possuem imagem biométrica disponível nas bases utilizadas pelo governo.

Nesses casos, o beneficiário poderá realizar a autorização dentro do Meu INSS. A validação utilizará as informações bancárias vinculadas ao titular do benefício.

Porém, a nova possibilidade não elimina completamente o uso da biometria. Quem possui registro facial compatível continua podendo utilizar esse mecanismo de validação.

Assim, a regra amplia o acesso ao crédito para beneficiários sem cadastro biométrico disponível. O objetivo é evitar que essas pessoas fiquem impedidas de autorizar o consignado.

Antes de confirmar qualquer solicitação, o segurado deve conferir cuidadosamente todos os dados exibidos no aplicativo.

Isso porque o empréstimo consignado compromete parte da renda mensal. As parcelas são descontadas diretamente do benefício até o pagamento completo da dívida.

Portanto, conhecer juros, prazo e valor das parcelas continua sendo fundamental antes da contratação.

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Nova regra explica como contratar consignado sem biometria facial

A principal mudança cria uma alternativa de autorização para quem não consegue validar a operação pela imagem facial.

Agora, a ausência de biometria nas bases oficiais não impede automaticamente a contratação.

O beneficiário poderá utilizar o procedimento disponível no Meu INSS, conforme as regras estabelecidas.

No entanto, o processo continua sujeito a mecanismos de segurança. O INSS não autorizou a contratação baseada exclusivamente em uma ligação telefônica.

Da mesma forma, uma gravação de voz isolada não poderá servir como única prova de autorização.

Essa exigência busca garantir que a manifestação esteja vinculada ao próprio titular. Assim, o instituto tenta reforçar a identificação do beneficiário durante a operação.

A mudança pode ter impacto relevante para aposentados e pensionistas que enfrentavam dificuldades por não terem biometria facial cadastrada.

Ainda assim, o acesso facilitado não significa ausência de cuidados. O consumidor precisa verificar se realmente solicitou o crédito antes de confirmar qualquer autorização.

O que muda na portabilidade do empréstimo consignado?

A norma também reforça os procedimentos para a portabilidade do empréstimo consignado. Nesse processo, o segurado transfere uma dívida existente de uma instituição financeira para outra. Em geral, o objetivo pode ser buscar condições diferentes para o contrato.

Agora, o titular deverá assinar um termo específico de autorização pelo Meu INSS. Depois disso, a instituição que receberá o contrato terá até 20 dias para confirmar a transferência.

Se a confirmação não ocorrer dentro desse prazo, a operação será cancelada. Além disso, o desconto no benefício somente poderá começar após o envio da documentação exigida ao INSS.

O contrato também precisa apresentar informações importantes. Entre elas estão o valor contratado, o número de parcelas, os juros e a identificação da instituição financeira responsável.

Portanto, o segurado deve analisar essas informações antes de autorizar a portabilidade. Comparar o custo efetivo total e o valor final da dívida também pode ajudar na decisão.

Quais regras de segurança continuam obrigatórias?

As instituições financeiras terão obrigações específicas mesmo após a nova flexibilização. Por exemplo, o banco deverá informar ao INSS os dados do depósito do empréstimo na conta do beneficiário.

O prazo para essa comunicação será de até sete dias úteis. A medida permite que o instituto compare as informações do contrato com o efetivo recebimento dos recursos pelo segurado.

Além disso, a autorização do desconto continuará proibida por telefone. Uma gravação de voz, por si só, também não poderá comprovar a manifestação do beneficiário.

Entre os principais prazos e regras, estão:

  • Autorização sem biometria registrada: validação pelo Meu INSS com dados bancários;
  • Portabilidade: assinatura de termo específico no aplicativo;
  • Confirmação da transferência: prazo máximo de 20 dias;
  • Informação sobre o depósito: comunicação ao INSS em até sete dias úteis.

Enquanto isso, o segurado deve acompanhar regularmente o extrato do benefício. Essa consulta pode ajudar a identificar descontos que não foram autorizados. Também vale conferir o nome da instituição financeira e os valores cobrados mensalmente.

Como fazer consignado sem biometria e quais cuidados tomar?

Para quem busca saber como fazer consignado sem biometria, a nova regra estabelece a autorização pelo Meu INSS, com validação por dados bancários quando não houver biometria facial disponível.

No entanto, contratar crédito exige atenção mesmo com o novo procedimento. Antes de aceitar a proposta, o aposentado ou pensionista deve comparar taxas de juros, custo efetivo total, quantidade de parcelas e valor final que será pago.

Além disso, é importante avaliar o impacto da prestação sobre o orçamento mensal. Como o desconto ocorre diretamente no benefício, a contratação reduz o dinheiro disponível todos os meses.

Por fim, o INSS informou que o Meu INSS Vale+, modalidade de antecipação de até R$ 150 do benefício, permanece suspenso.

Assim, os beneficiários devem utilizar os canais oficiais e conferir todas as informações antes de autorizar qualquer operação de crédito.

Perguntas frequentes

Quem pode fazer consignado sem biometria?

A regra atende aposentados e pensionistas do INSS que não possuem biometria facial cadastrada nas bases oficiais. Nesses casos, a autorização pode ocorrer com validação de dados bancários pelo Meu INSS.

Como fazer consignado sem biometria facial?

O beneficiário deve utilizar o Meu INSS e seguir o procedimento de autorização com validação por dados bancários. A biometria continua disponível para quem possui cadastro compatível.

É possível autorizar consignado pelo telefone?

Não. A autorização do desconto não pode ocorrer somente por telefone nem ser comprovada apenas por uma gravação de voz. A regra exige uma manifestação vinculada ao beneficiário nos canais previstos.

Qual é o prazo para confirmar a portabilidade do consignado?

Na portabilidade, o banco que receberá o contrato terá até 20 dias para confirmar a transferência. Se isso não acontecer dentro do prazo, a operação será cancelada.

O que fazer antes de contratar um empréstimo consignado?

Antes de confirmar, o beneficiário deve comparar juros, custo efetivo total, número de parcelas e valor final da dívida. Também é importante acompanhar o extrato do benefício para identificar descontos não autorizados.