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Bitcoin hoje 22-09-2026. Veja as informações da criptomoeda

O Bitcoin hoje 22-09-2026 opera próximo dos US$ 86 mil nesta terça-feira (22), após atingir US$ 87,3 mil na máxima da segunda-feira. A criptomoeda mantém o ritmo de recuperação depois de uma forte disparada no início da semana. Além disso, o mercado acompanha a queda do petróleo e a entrada expressiva de recursos nos ETFs […]

Publicado em 22/09/2026 11:10

Filipe Andrade

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Bitcoin hoje 22-09-2026. Veja as informações da criptomoeda -  (crédito: Mercado Hoje)
Bitcoin hoje 22-09-2026. Veja as informações da criptomoeda - (crédito: Mercado Hoje)

O Bitcoin hoje 22-09-2026 opera próximo dos US$ 86 mil nesta terça-feira (22), após atingir US$ 87,3 mil na máxima da segunda-feira.

A criptomoeda mantém o ritmo de recuperação depois de uma forte disparada no início da semana.

Além disso, o mercado acompanha a queda do petróleo e a entrada expressiva de recursos nos ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos. Esses fatores ajudaram a melhorar o apetite por ativos considerados de maior risco.

Nesta manhã, o Bitcoin avançava cerca de 1,5% em 24 horas, cotado próximo de US$ 85.940. Em reais, a criptomoeda estava na faixa de R$ 440 mil.

Enquanto isso, o Ethereum subia cerca de 2%, para US$ 2.739. O XRP avançava 4,4%, enquanto Solana e BNB também registravam ganhos.

Bitcoin hoje 22-09-2026: criptomoeda mantém alta após forte rali

O movimento atual ocorre depois de uma segunda-feira de forte valorização do Bitcoin. A criptomoeda chegou a superar US$ 87 mil durante o pregão, alcançando o maior nível desde janeiro.

Além disso, o avanço foi acompanhado por uma forte onda de liquidações no mercado de derivativos.

Dados divulgados na segunda-feira apontaram centenas de milhões de dólares em posições vendidas encerradas compulsoriamente.

Assim, o chamado short squeeze ajudou a acelerar a alta. Quando posições vendidas são liquidadas, as plataformas precisam recomprar ativos para encerrar os contratos.

Por outro lado, esse efeito perdeu força nas horas seguintes. As liquidações caíram de forma significativa, indicando que uma eventual continuidade da alta dependerá mais da entrada de novos compradores.

Petróleo cai e melhora cenário para ativos de risco

Além disso, o petróleo voltou a cair nesta terça-feira diante de sinais relacionados ao Estreito de Ormuz.

A Reuters informou que o Brent recuou 2,1%, para US$ 98,23, enquanto o WTI caiu 2,59%, para US$ 93,30.

Segundo a agência, a movimentação ocorreu após relatos de que o Irã poderia reabrir o Estreito de Ormuz em até sete dias sob determinadas condições. O canal é uma rota estratégica para o transporte mundial de energia.

Porém, há incerteza sobre a informação. Uma agência iraniana posteriormente contestou os relatos sobre uma possível oferta de reabertura do estreito.

Ainda assim, a queda do petróleo ajudou a melhorar o humor dos mercados. Preços menores de energia podem reduzir parte da pressão inflacionária e influenciar as expectativas dos investidores sobre os juros americanos.

Enquanto isso, as bolsas também acompanharam o movimento positivo. O Nasdaq registrou forte alta na segunda-feira, impulsionado principalmente por ações de tecnologia e pelo entusiasmo renovado com inteligência artificial.

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Bitcoin hoje 22-09-2026: ETFs registram quase US$ 1 bilhão

Outro fator importante para o mercado foi o fluxo de recursos para os ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos.

Na segunda-feira (21), esses fundos registraram aproximadamente US$ 999 milhões em entradas líquidas, segundo dados da SoSoValue. O valor ficou próximo de US$ 1 bilhão em apenas um pregão.

O IBIT, da BlackRock, liderou as entradas, com cerca de US$ 381 milhões. Na sequência apareceram o ARKB, da Ark Invest e 21Shares, com aproximadamente US$ 289 milhões. Já o FBTC, da Fidelity, registrou cerca de US$ 239 milhões em entradas.

Dessa forma, os ETFs voltaram a mostrar uma demanda relevante pelo Bitcoin depois de uma semana marcada por pressão nos mercados de criptomoedas.

O fluxo institucional ganha importância porque ocorre justamente durante a recuperação da cotação.

A combinação entre compras no mercado à vista e redução de posições vendidas pode sustentar o movimento, caso continue nos próximos pregões.

Derivativos entram no radar dos investidores

Apesar da recuperação, o mercado de derivativos exige atenção. O avanço do Bitcoin ocorreu junto com um aumento expressivo das posições em contratos futuros.

Durante a alta, os traders ampliaram o interesse em aberto do Bitcoin, aumentando também a exposição alavancada.

Esse movimento pode ampliar os ganhos em momentos de alta, mas também aumenta a volatilidade em caso de reversão.

Além disso, o rali da segunda-feira mostrou como as liquidações podem acelerar movimentos de preço.

Dados divulgados pelo The Block apontaram mais de US$ 750 milhões em liquidações no mercado cripto durante 24 horas, com predominância de posições vendidas.

Por isso, o comportamento do mercado à vista passa a ser observado de perto. Uma alta sustentada por novas compras tende a apresentar uma dinâmica diferente daquela provocada principalmente por liquidações.

Bitcoin hoje 22-09-2026: US$ 90 mil aparece no radar

Agora, os investidores acompanham a capacidade do Bitcoin de permanecer acima dos US$ 85 mil. A região ganhou importância após a forte recuperação registrada desde a semana passada.

Além disso, os US$ 87 mil passaram a funcionar como uma referência imediata após a máxima alcançada na segunda-feira.

Acima desse nível, o mercado começa a observar a região dos US$ 90 mil, considerada um patamar psicológico relevante.

No entanto, a proximidade dessa faixa não significa que o Bitcoin necessariamente alcançará esse valor.

Por outro lado, uma perda dos US$ 85 mil poderia aumentar a pressão de venda no curto prazo.

O comportamento dos ETFs, do mercado de derivativos, das bolsas e dos juros americanos deve continuar influenciando a criptomoeda.

Assim, o Bitcoin hoje 22-09-2026 permanece em uma região de forte movimentação, com investidores atentos ao fluxo institucional e ao cenário macroeconômico.

A queda do petróleo e a entrada próxima de US$ 1 bilhão nos ETFs ajudam a explicar o ambiente mais favorável, mas a volatilidade continua elevada.