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Laser de CO2 na cirurgia de blefaroplastia

A tecnologia de CO2 não se resume apenas ao uso na dermatologia — no modo cirúrgico, pode ser usada também nas especialidades de ginecologia, proctologia, oftalmologia, otorrinolaringologia e cirurgia plástica. Na plástica ocular, o laser de CO2 pode ser usado na blefaroplastia no corte e também no que chamamos de resurfacing.

Publicado em 15/07/2026 10:52
Laser de CO2 na cirurgia de blefaroplastia -  (crédito: DINO)
Laser de CO2 na cirurgia de blefaroplastia - (crédito: DINO)

O laser de CO? (dióxido de carbono) foi inventado em 1964 pelo físico Kumar Patel e seus colegas nos Laboratórios Bell, nos Estados Unidos. Durante muitos anos ficou nos bastidores da medicina estética como uma tecnologia que gerava resultado, mas devido à sua agressividade, a relação entre resultado e tempo de recuperação limitava sua adoção mais ampla. Muitos anos se passaram, a tecnologia foi evoluindo para o laser de CO? fracionado, e nessa nova versão o laser é entregue de maneira mais controlada e com protocolos prontos: o médico pode seguir os parâmetros disponíveis na máquina e ajustar de acordo com a necessidade.

Mas o que muda no laser de CO? em relação a outros tipos de laser?

Os lasers utilizados em fotocirurgia possuem comprimentos de onda que variam de acordo com sua finalidade e são de diversos tipos, mas o laser de CO? é um dos mais utilizados na área da dermatologia. Com seu comprimento de onda no infravermelho médio, em 10.600 nm (nanômetros), a energia do laser de CO? é bem absorvida pela água. Como a pele contém uma porcentagem muito alta de água, isso torna o laser de CO? ideal para ablação precisa e segura, com boa hemostasia.

Além de sua eficácia na ablação de lesões benignas elevadas, o laser de CO? tem se mostrado eficaz na área da dermatologia estética, na correção de cicatrizes de acne e no fotorejuvenescimento. Com a adição do fracionamento do feixe de energia em inúmeros microfeixes, o laser de CO? fracionado ofereceu uma ponte entre as indicações ablativas convencionais e os sistemas de rejuvenescimento cutâneo não ablativos da década de 2000, no rejuvenescimento da pele fotoenvelhecida, tanto no rosto quanto em outras áreas.

Onde entra o laser de CO? na blefaroplastia?

A tecnologia de CO? não se resume apenas ao uso na dermatologia — no modo cirúrgico, pode ser usada também nas especialidades de ginecologia, proctologia, oftalmologia, otorrinolaringologia e cirurgia plástica.

Na plástica ocular, o laser de CO? pode ser usado na blefaroplastia, tanto no corte e quanto também no que chamamos de resurfacing. Aproveitando que o paciente está sedado, aplica-se um protocolo de rejuvenescimento para melhorar o aspecto de retração da pele.

Tratando-se do avanço de tecnologias de medicina estética, a Coreia do Sul é um berço de muitas tendências: dermocosméticos, ativos, tecnologias e mais.

Um dos destaques no mercado brasileiro são os lasers de CO? coreanos. Entre os equipamentos disponíveis no mercado, a tecnologia coreana NEOXEL vem sendo incorporada por clínicas que buscam aliar precisão no direcionamento do feixe a um conforto maior durante a sessão — um ponto frequentemente citado por profissionais que avaliam a experiência do paciente como parte importante do protocolo.

Profissionais que utilizam o NEOXEL relatam como diferencial a rapidez nos disparos e cortes que reduzem significativamente a carbonização tecidual, o que pode facilitar o pós-operatório e a recuperação do paciente.



Website: https://www.co2neoxel.com.br/

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