
Para o brasiliense, lago navegável sempre foi sinônimo de Paranoá. A poucos quilômetros da capital, porém, existe um espelho d’água de outra escala: o Corumbá IV, reservatório com 170 km² no interior de Goiás, navegável, e historicamente subaproveitado por falta de estrutura.
É essa lacuna que começa a ser fechada. A Fazenda do Lago, empreendimento do Grupo CPR às margens do reservatório, em Abadiânia (GO), fica a 1h10 de Brasília com acesso 100% asfaltado pela BR-060, e tem na Marina o equipamento que converte a água em uso, com estrutura que inclui wakeboard.
A náutica é a primeira camada de um inventário maior. O projeto de 3 milhões de metros quadrados reúne 19 amenidades em quatro clubes de operação independente: além da Marina, o SPA, o Golf Course e o Surf Club, que abriga a maior piscina de ondas do Brasil, com tecnologia Wavegarden, onda programada o ano inteiro no meio do cerrado.
“A gente não pergunta ao morador se ele usa a estrutura. A estrutura é o motivo de ele estar aqui. O lote é consequência”, comenta Marlon Ceni, CEO do Grupo CPR.
Para quem avalia o lago como destino de rotina, e não de feriado, os itens de permanência pesam: ambulatório no perímetro, kids village, monitoramento e um parcelamento de baixa densidade, com 470 lotes em 33 quadras, que preserva a maior parte do território sem ocupação.
A comparação com o Paranoá, no fim, não é disputa: é complemento. A capital continua com seu lago urbano; o Corumbá IV se candidata a ser o lago do sábado inteiro, aquele em que o barco sai da garagem de manhã e a família volta para Brasília ao anoitecer.