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Marketplace ou agência única: o que considerar na escolha do fornecedor de viagens corporativas

Publicado em 01/09/2026 17:19

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Marketplace ou agência única: o que considerar na escolha do fornecedor de viagens corporativas -  (crédito: PulseBrand)
Marketplace ou agência única: o que considerar na escolha do fornecedor de viagens corporativas - (crédito: PulseBrand)

Gestores responsáveis pela contratação de sistemas de viagens corporativas têm hoje dois modelos estruturalmente diferentes à disposição: o fornecedor único, típico de agências de viagens corporativas e OBTs (Online Booking Tools) tradicionais, e o marketplace de viagens corporativas, em que múltiplos fornecedores competem pelo mesmo pedido em tempo real.

Inventário aberto amplia opções, mas exige critérios claros

Levantamento da GBTA (Global Business Travel Association) mostra que 54% dos compradores corporativos consideram a limitação de inventário dentro de suas OBTs ou TMCs (Travel Management Companies) um desafio moderado a severo. Dados da Traxo indicam ainda que a proporção de reservas feitas fora da agência principal da empresa subiu de 18,7% para mais de 30% em períodos recentes, movimento associado à demora das OBTs tradicionais em incorporar tarifas dinâmicas.

Governança não pode ficar de fora da decisão

Segundo Delbolina de Jesus, especialista em gestão de viagens corporativas, o critério decisivo não deveria ser apenas a variedade de inventário:

“Quando você abre a concorrência entre fornecedores para cada reserva, em vez de negociar uma tarifa fixa com um único fornecedor, o resultado tende a ser mais opções e mais aderência à política, sem tirar a governança das mãos do gestor”.

A GBTA reforça esse ponto: 63% dos gestores de viagens apontam a falta de relatórios consolidados como um dos maiores desafios operacionais do setor, e 52% citam a dificuldade de administrar relacionamentos com múltiplas TMCs ou fornecedores sem uma plataforma unificada.

O que pesa na decisão final

Antes de assinar contrato, o setor de compras costuma comparar o modelo de marketplace com o de agência de viagens corporativas tradicional, avaliando inventário, tempo de implementação e nível de governança oferecido.

Esse tipo de avaliação técnica tem se tornado mais comum à medida que mais empresas brasileiras conhecem travel techs voltadas ao mercado corporativo, caso da Loupit.

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