
A adoção de um sistema de gestão de relacionamento com o cliente deixou de ser tema restrito às grandes empresas e passou a integrar a agenda de gestores de clínicas de estética, salões e barbearias. A decisão envolve mais do que escolher um software: exige avaliar como a ferramenta se conecta à operação que o estabelecimento já utiliza.
É nesse contexto que a Belasis, plataforma brasileira de gestão para o setor de beleza e bem-estar, passa a oferecer um CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) completo, nativo e integrado à própria plataforma. O recurso atende desde profissionais autônomos em fase de profissionalização até redes com múltiplas unidades.
O que caracteriza um CRM nativo
CRM é o sistema que registra e organiza as interações com cada cliente, do primeiro contato à recompra. Quando é nativo, o módulo opera dentro da própria plataforma de gestão. No caso da Belasis, essa característica permite que o CRM leia o histórico de atendimentos e identifique automaticamente clientes sem visita há 30, 60 ou 90 dias, para quem a equipe pode enviar mensagens de reativação.
A ferramenta estrutura ainda um funil de vendas em formato de quadro visual. Cada pedido de orçamento entra como lead e avança por etapas, com indicação diária de quem deve ser contatado, de quem cobrar retorno e de quem está no período de manutenção. A recepção passa a operar com tarefas e prazos definidos.
Indicadores de adoção no país
A pesquisa TIC Empresas 2025, do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação), vinculado ao NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), aponta que o uso de CRM entre empresas brasileiras com dez ou mais pessoas ocupadas passou de 25% em 2024 para 31% em 2025. Entre as pequenas empresas, o percentual avançou de 23% para 29%. O mesmo estudo indica que 79% das empresas utilizaram WhatsApp ou Telegram em 2025.
Entre MEIs (Microempreendedores Individuais) e micro e pequenas empresas, 82% usam o WhatsApp para vender, segundo a 12ª edição da pesquisa Pulso dos Pequenos Negócios, do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). Os dois levantamentos ajudam a dimensionar o volume de interações que o gestor precisa acompanhar.
Critérios para a decisão do gestor
Para quem avalia a adoção, pesam aspectos como a capacidade de o sistema transformar o histórico de atendimentos em ações comerciais, a organização do trabalho da equipe em tarefas com prazo e a automação de etapas como a confirmação de presença.
A expectativa da Belasis é que o uso do CRM reduza horários ociosos, amplie o faturamento sem aumento do investimento em marketing e melhore a experiência do consumidor, atendido por uma equipe informada sobre seu histórico e suas preferências. Análise publicada pela Harvard Business Review estima que atrair um novo cliente pode custar de cinco a 25 vezes mais do que manter um atual.
“Nosso objetivo sempre foi ir muito além do agendamento básico e do controle de caixa. O CRM da Belasis nasce da nossa visão de transformar cada interação em uma oportunidade real de venda e fidelização. Queremos entregar nas mãos do dono e do gestor de beleza a mesma inteligência comercial usada por grandes corporações, mas de um jeito simples e integrado à sua realidade, para que ele tenha crescimento previsível e total controle sobre sua receita”, afirma Marcelo Bêz, CEO da Belasis.
Segundo a empresa, a evolução do recurso prevê o aprimoramento das automações e da análise de dados, com o objetivo de antecipar o comportamento do cliente e sugerir a ação mais adequada no momento certo.