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Troca de agência não apaga histórico e dados de viagens corporativas

Publicado em 03/11/2026 15:29

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Troca de agência não apaga histórico e dados de viagens corporativas -  (crédito: PulseBrand)
Troca de agência não apaga histórico e dados de viagens corporativas - (crédito: PulseBrand)

O histórico de viagens e os dados de gastos de uma empresa sustentam a negociação com fornecedores, o acompanhamento da política de viagens e as decisões de compra. Na Loupit, Travel Tech brasileira que combina um marketplace de viagens corporativas com uma plataforma integrada de viagens e despesas, essas informações permanecem na plataforma, qualquer que seja a agência contratada.

O modelo permite que a empresa trabalhe com uma única agência ou compare ofertas de até três agências no mesmo ambiente. A escolha do parceiro comercial pode mudar ao longo do tempo, enquanto histórico de viagens, dados, políticas, relatórios e fluxos de aprovação continuam disponíveis para a gestão.

Dados como ativo de gestão

Para Amos Aliperti, diretor de Customer Experience na Loupit, a preservação dessas informações é um dos principais benefícios da estrutura.

"O viajante não precisa reaprender a solicitar uma viagem porque a empresa decidiu mudar de agência. O gestor também preserva os dados que utiliza para acompanhar gastos e tomar decisões. A troca de parceiro pode acontecer com muito menos impacto na rotina, porque o ambiente de trabalho e a memória da operação permanecem", explica.

Os relatórios consolidam as informações da operação e permitem acompanhar compras realizadas com diferentes parceiros. A política de viagens, os limites de gastos, os centros de custo e os fluxos de aprovação seguem orientando as escolhas, independentemente da agência selecionada.

Tecnologia e agência em contratações distintas

Para Patrick Tytgadt, CEO da Loupit, separar a escolha da tecnologia da contratação da agência amplia a autonomia das empresas.

"Trocar de agência de viagens corporativas não deveria significar trocar de sistema, perder histórico e ensinar toda a equipe a começar de novo. A empresa precisa ter liberdade para escolher seus parceiros e preservar o conhecimento acumulado na operação. Na Loupit, ela pode trabalhar com uma agência única, ampliar a comparação ou substituir a agência mantendo a continuidade da gestão", afirma.

Um exemplo é a Uniglobe Pro, agência de viagens corporativas que utiliza a tecnologia da Loupit para integrar reservas, políticas, aprovações e despesas. Seus clientes podem comprar exclusivamente com a Uniglobe Pro ou comparar suas ofertas com outras agências homologadas no marketplace, mantendo a gestão centralizada e o atendimento especializado da agência nas viagens que ela comercializa.

Governança também na inteligência artificial

A Loupit foi a primeira Travel Tech a ter integração com inteligência artificial agêntica para a compra de viagens corporativas. Pela integração com ChatGPT, Claude, Copilot ou Gemini, viajantes e gestores podem consultar informações, gerar relatórios e realizar aprovações conforme o perfil de acesso, respeitando a política de viagens e os fluxos de aprovação da empresa.

O uso de agentes de IA avança nas empresas brasileiras. De acordo com o estudo Mercado Brasileiro de Software: Panorama e Tendências 2026, da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) com dados da IDC (International Data Corporation), agentes e IA generativa são a principal prioridade para 53% dos executivos, e 40% das companhias já investem em agentes de IA.

No setor de viagens, sondagem da GBTA (Global Business Travel Association) realizada entre março e abril de 2026 indica que 41% dos gestores de viagens corporativas têm organizações implementando de forma proativa aplicações de IA.

Para quem contrata, a estrutura da Loupit permite rever parceiros comerciais sem interromper a série histórica de dados que orienta a gestão de viagens da empresa.

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