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Condomínio boutique: o que muda quando o conjunto tem poucas casas

Publicado em 04/11/2026 17:28

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Condomínio boutique: o que muda quando o conjunto tem poucas casas -  (crédito: PulseBrand)
Condomínio boutique: o que muda quando o conjunto tem poucas casas - (crédito: PulseBrand)

No alto padrão, nem todo comprador procura o maior empreendimento da região ou a torre com a lista mais longa de itens de lazer. Para uma parte desse público, a pergunta que pesa é outra: quantas famílias vão dividir o mesmo endereço. É aí que entram os condomínios boutique, formados por poucas casas, em que a experiência de morar conta tanto quanto a metragem.

Poucas casas, outra forma de morar

Na região do Morumbi, na zona sul de São Paulo, área de parques, hospitais e colégios, o Grupo CPR assina o Parque Bandeirantes, conjunto de casas independentes. Também na capital paulista, o grupo tem townhouses na rua Rubens do Amaral, hoje em obras.

Num conjunto com poucas unidades, o que se compra vai além da área construída. Privacidade, vizinhança reduzida e uma relação mais próxima com o entorno passam a fazer parte do produto. Para o grupo de engenharia e incorporação fundado pelo engenheiro civil Marlon Ceni, trata-se de uma escolha de projeto, que aparece em todo o portfólio.

“Seja uma casa no Morumbi, um apart-hotel na praia ou um clube no cerrado, o que a gente projeta primeiro é a experiência de quem vai viver ali. O metro quadrado vem depois”, afirma Ceni, que é CEO do Grupo CPR.

Um portfólio de endereços singulares

Com mais de 15 anos de atuação, sede em São Paulo e unidades em Curitiba e Goiânia, o grupo reúne projetos entregues, em obras e em desenvolvimento. No litoral norte paulista, na praia de Juquehy, em São Sebastião, entregou o apart-hotel Granada Juquehy, pensado para uso próprio e locação de temporada, e tem em obras o residencial Birigui 142.

Os projetos têm traços em comum: poucas unidades, endereços escolhidos com cuidado e execução conduzida por uma empresa que vem da engenharia.

A mesma escolha em outra escala

A lógica reaparece, agora em tamanho maior, na Fazenda do Lago, às margens do Lago Corumbá IV, em Abadiânia (GO), a 109 quilômetros de Brasília. O projeto ocupa 2,8 milhões de metros quadrados de cerrado e organiza o território em torno de clubes previstos no masterplan, como marina, campo de golfe, haras e um centro de bem-estar com spa. A entrada é por aprovação, por meio de uma curadoria, e a comunidade começa antes da primeira casa, com eventos e atendimento de concierge desde a aquisição.

“Se você acha que é o lote, você entrega o lote. Se você entende que é o território, você entrega curadoria, paisagismo, governança e continuidade”, diz Ceni.

A engenharia por trás do formato

Seja num conjunto de casas, seja num território às margens de um lago, o grupo trabalha com a mesma base técnica. Além do imobiliário, atua em construção, manutenção e facilities para clientes públicos e privados, em engenharia e manutenção para o setor de óleo e gás e em projetos para governos, como concessões e parcerias público-privadas. No cerrado goiano, essa experiência aparece na ordem da obra, que começa por terraplenagem, vias e drenagem e ergue as estruturas de lazer em sincronia com a base.

“Não dá para pedir que alguém organize a vida em volta de um clube que ainda é desenho. Por isso construímos primeiro. Quem chega aqui não precisa acreditar na gente: basta olhar em volta”, afirma o executivo.

Para quem procura um condomínio boutique de alto padrão, a escolha passa menos pelo tamanho do empreendimento e mais por quem vai morar ao lado e por como o projeto foi pensado para isso. No portfólio do Grupo CPR, do Morumbi a Juquehy, esse cuidado começa pelo número reduzido de unidades.

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